Água

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Sustentabilidade Ambiental

Sendo um recurso cada vez mais escasso, as restrições ao uso e à qualidade da água descartada serão cada vez mais intensas. Para fazer frente a esse cenário, a Aperam definiu uma meta de redução de consumo de água de 43% tendo como referência o ano de 2015.

Consumo de Água

Entre os anos de 2012 e 2015, registramos quedas contínuas no consumo de água em nossas unidades. Em seguida, nosso desempenho se estabilizou, mas em 2019 não obtivemos dados tão expressivos. A taxa de reciclagem de água estagnou-se (95,3% em comparação com 95,7% em média desde 2015) e 23 milhões de metros cúbicos foram retirados de várias fontes (veja o gráfico abaixo para a divisão), o que corresponde a um aumento de mais 18% em intensidade de volume captado.

A redução dos volumes produzidos em nossas unidades teve um papel decisivo no cálculo nesse índice, mas nossos resultados de 2019 também foram levemente impactados por uma mudança de metodologia. Para desafiar nossas unidades a otimizar seu consumo de água, decidimos passar a levar em consideração os volumes de chuva que caem em nossos telhados, independentemente de a unidade canalizar e utilizar essa água ou não. Esta abordagem é mais lógica porque esta água é incluída na saída, conforme vai para os pontos de descarga através das calhas. É também uma forma de motivar as unidades a otimizar o uso desses volumes, armazenando-os e/ou reduzindo proporcionalmente os volumes retirados das hidrovias próximas.

No geral, em comparação com nossa base de referência de 2015, nosso consumo aumentou 15% em 2019, dos quais 3% estão vinculados a esse ajuste de água da chuva. Isso não é satisfatório, pois pretendemos reduzir nosso consumo em 40% até 2030.

Para ver o impacto da nossa floresta de eucalipto no consumo de água, confira esta página.

Qualidade da descarga da água

Começamos a relatar publicamente sobre a qualidade da água em 2016, para mostrar que tratamos nossos efluentes e monitoramos nossa descarga nos rios de acordo com nossas licenças em termos de volumes, pH, temperatura, partículas em suspensão e metais na água.

No geral, nossos indicadores pioraram em relação a 2018, embora tenham permanecido de acordo com a legislação vigente.. Isso se deve principalmente a questões específicas que aconteceram em nossa usina de Timóteo no ano passado ( 95% dos volumes de partículas em suspensão na água, contabilizados pelo Grupo em 2019, foram provenientes da unidade).

As unidades da Aperam na Bélgica e na França registram melhorias nos últimos três a cinco anos. Em 2019, elas reduziram o volume total de sólidos em suspensão na água em 88% (Bélgica) e 73% (França) em comparação com 2015.

Nosso objetivo é manter e melhorar este excelente desempenho europeu e aplicar essas melhores práticas em nossa unidade no Brasil.